Marcado: Pautar

Depoimento: Petrônio Alves

O professor Paulo de Tarso Moraes, de quem tive a felicidade e o orgulho de receber muito conteúdo gramatical, e sobre a língua portuguesa em geral, inclusive, Literatura; é uma Enciclopédia Ambulante em forma de pessoa humana. Não somos poucos, no Maranhão, os que apreenderam suas envolventes e incansáveis lições da linguagem popular e culta, na esteira do idioma luso-pátrio! Detentor de um inigualável método didático de transmissão da cultura brasileira, em todos os campos onde a exigência do perfeito vernáculo se faz premente.  Versado, como ninguém, nos assuntos da Literatura Maranhense, o que, e se esse fosse o critério da escolha para ocupar a imortalidade literária na Academia Maranhense de Letras, o tornaria imbatível no cultural duelo aferido na plêiade da intelectualidade da Casa. Militante intrépido da Gramática, da Literatura e da Cultura Geral. O texto de sua lavra, sempre mobiliza os interessados em apreender o melhor do mundo da cultura. A postulação do professor Paulo de Tarso Moraes, à assunção da Cadeira nº 16 da Academia Maranhense de Letras, de per si, revela-se de uma incomensurável acolhida por nós outros comuns do povo! O que dizer sobre a visão dos doutos da hospitaleira Casa de Antônio Lobo acerca do justo pleito daquele cujo genitor também foi membro do Sodalício das Letras Maranhenses na mesma Cadeira 16, recentemente deixada pelo incomparável Neiva Moreira?Petrônio Alves – ex-aluno e advogado.

Depoimento: Edvânia Kátia

Conheci o professor Paulo de Tarso na redação de O Imparcial. Atuava como editora do caderno de Cidades, enquanto Paulo de Tarso dedicava-se à revisão. Com ele, aprendi a ver cada detalhe do texto para que o resultado final para o leitor pudesse ser o melhor possível. Defensor da Língua Portuguesa. Pela sua vasta experiência como professor, tornou-se um mestre na redação, revisando, cuidadosamente, cada texto e aplicando, corretamente, as regras ortográficas. Além do excelente profissional, também pude conhecer um pouco do pai e esposo dedicados, e do amigo que em momentos oportunos sempre sabia aconselhar os colegas de redação. Tenho certeza de que a indicação de seu nome para a Academia Maranhense de Letras é mais do que justo, vez que muitas são as contribuições deste professor para a nossa literaturaEdvânia Kátia, jornalista, assessora-chefe de comunicação do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão, representante estadual do Fórum Nacional de Comunicação & Justiça, ex-diretora da Federação Nacional dos Jornalistas, ex-presidente da Associação Maranhense de Imprensa, integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e Administrativa, atuou nas redações de “O Debate” e “O Imparcial”, autora do livro “A Comunicação na Justiça” (Padion, 2009).

Depoimento: Leonardo Sampaio

Uma das mais felizes lembranças de que tenho dos tempos de escola foi uma experiência educacional que tive com o professor e amigo Paulo de Tarso. Eram tempos de conclusão de ensino médio, todo mundo desesperado com a questão do vestibular e, como num passe de mágica, Pautar entra na sala com um radiocassete, pediu para todos os alunos baixar a cabeça na carteira, fechar os olhos e ouvir a mensagem. Uma voz forte e marcante falava coisas que tenho na lembrança até hoje. A mensagem parecia que era direcionada para cada um de nós, ali do 3º ano E do Colégio Batista, no João Paulo. De repente, aquela mensagem balançou a todos que, emocionados até então, não entendíamos a intenção do amado mestre. Foi uma experiência marcante na minha vida e de colegas que convivi e acho que aquela simples ação demonstrou o potencial pedagógico e uma visão humana que fez com que o admirasse ainda mais. Essa singela lembrança só reforça o papel de professor da Língua Portuguesa que Pautar carrega ao longo dos anos de sala de aula, seja para alunos do ensino médio como para colegas jornalistas que sempre aprendem com o professor que respira e inspira a nossa tão amada Língua Portuguesa. Quando recebi o convite dele para fazer esse testemunho, fiquei honrado, ainda mais, em saber que ele busca um lugar merecido na Academia Maranhense de Letras. Depois dos tempos de escolar, encontrei o amigo professor e já tive a oportunidade de realizar cursos de português para os colegas do Detran-MA, que ficaram assim como eu maravilhados com a pedagogia e a experiência de quem vive e ama a Língua Portuguesa – Leonardo de Oliveira Sampaio, ex-aluno, jornalista formado pela UFMA, mestre em Comunicação pela Unisinos-RS, assessor de Comunicação do Detran-MA.

Depoimento: Dalglish

Paulo de Tarso sempre contribuiu de forma positiva com a literatura maranhense. Tive a oportunidade de ser aluno desse grande educador que, com uma excelente didática e um vasto conhecimento sobre a gramática, redação e literatura, muito influenciou tanto na minha carreira profissional como de vários outros ex-colegas que apreciavam suas aulas ministradas no ano 2000 no Colégio São MarcosDalglish, ex-aluno e advogado.

Depoimento: Roberto de Paula

Professor Paulo de Tarso é um profundo pesquisador da língua portuguesa, dotado de espírito público, preocupado com as questões sociais e comprometido em levar o conhecimento aos seus alunos. Destaquem-se suas qualidades no exercício do magistério, sempre ético, didático, pontual, assíduo e criterioso, o que o torna digno de reconhecimento, não só por seus alunos, como também por todos que o conhecem. Como ex-aluno de Pautar, sinto-me gratificado por tudo o que com ele aprendi e orgulhoso de hoje fazer parte de sua lista de amigosRoberto de Paula, ex-aluno e juiz.

Depoimento: Wanda Cunha

As academias de letras, no Brasil, seguindo à risca o modelo da Academia Francesa, têm como objetivo primordial cultuar a língua nacional. A Academia Brasileira de Letras, conforme seu estatuto, “tem por fim a cultura da língua e da literatura nacional”. A Academia Maranhense de Letras, “tem como objetivo social o desenvolvimento da cultura, a defesa das tradições maranhenses e o intercâmbio com os centros de atividades culturais do Brasil e do exterior”. O professor Paulo de Tarso Moraes (Pautar) preenche todos os requisitos para ocupar uma cadeira na Casa de Antônio Lobo. Além de contribuir para o desenvolvimento da cultura, conhecedor que o é de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, professor que abraça com esmero a profissão, faz parte de família tradicional de imortais ilustres, a exemplo de seu avô (Nascimentos Moraes), seu pai (Paulo Moraes) e seu tio (Nascimento Moraes Filho). Se o professor conquistasse um assento acadêmico, ganhariam as letras, a Academia e o MaranhãoWanda Cunha, escritora.

Depoimento: Marco Duailibe

A minha história com a família Nascimento Moraes começou desde o meu primeiro contato com o mundo do conhecimento. Fui aluno de Nadir Moraes e de Paulo Nascimento Moraes, na minha infância e adolescência, nos tempos do Colégio Zoé Cerveira. Grandes mestres que me ensinaram lições inesquecíveis, para toda a vida. Anos depois, o destino me faz mergulhar no passado ao me apresentar Paulo de Tarso Moraes, nosso amigo Pautar, nos tempos do curso de Letras da UFMA. Inteligente, estudioso, sempre lutou pelos seus ideais e soube honrar a fama de ícone de sabedoria de sua família. Este ano, comemoramos o centenário de seu pai, que ocupava a Cadeira 16 da Academia Maranhense de Letras e que, há pouco tempo, era ocupada pelo grande Neiva Moreira. Nada mais justo condecorar esses 30 anos de magistério, de amor a nossa língua e a nossa terra, concedendo-lhe esse título que já foi de seu pai e que, agora, pode fazer de sua história, um momento imortal. Paulo, por mérito, essa cadeira 16 é suaMarco Duailibe, publicitário, músico e compositor.

Depoimento: Bruno Lima

Pautar, grande professor. Intrigante e articulado, tem o dom de usar as palavras como ninguém. Acredito que vem de berço. DNA forte de uma família tradicional que continua a escrever os capítulos da nossa São Luís, a Atenas BrasileiraBruno Lima, publicitário e diretor de Marketing e Relações Públicas.

Depoimento: Antônio de Jesus

Tive a oportunidade de conhecer o professor Paulo de tarso no fim dos anos oitenta, quando fui trabalhar no Colégio Batista Daniel de La Touche, no bairro do João Paulo. Encontrei, então, um excelente amigo e companheiro. Professor espetacular, dono de um domínio da língua pátria impar. Era e ainda o é querido pelos seus alunos e discípulos. Profundo conhecedor dos meandros da língua portuguesa, considerado um dos melhores mestres dessa disciplina em nosso Estado, onde, ao longo de mais de trinta nos, é educador incansável. Homem honesto, senhor de uma história familiar grandiosa de saudosos poetas, tornou-se um pai exemplar e cuidadoso da sua família, herdeiro de um tino para a escrita e versado em uma prosa fabulosa. O professor Pautar, como assim carinhosamente ficou conhecido, foi e é um homem de grande valia para todos que o conhecem pessoalmente, é um construtor incansável no ensino da língua portuguesa, um mestre na arte do bem falar e da narrativa eloquente ao encaminhar a juventude para bons caminhos e costumes. Ao professor Pautar devo parte dos meus muitos dias em uma boa e construtiva companhia no aprendizado constante do nosso português maranhense “cantado” e decantado por povos de outros estados e, também, no árduo trabalho de educar a nossa juventude, missão sempre encarada com prazer por esse emérito mestre da nossa língua pátriaAntônio de Jesus Pacheco Santos, professor de Biologia e Ciências Naturais de escolas da rede pública e privada de São Luís.