Marcado: O Imparcial

Depoimento: Ribamar Praseres

Tive o privilégio de trabalhar com o professor Paulo de Tarso durante vários anos no jornal O Imparcial. Ali demonstrou a preocupação não apenas com a correção gramatical das matérias a serem publicadas. Não era apenas um revisor. Ia além. Ajudava a identificar as debilidades de cada colega contribuindo para a superação. Estimulava a elevação cultural da equipe no uso da língua portuguesa, incluindo toda a sua riqueza de sentidosRibamar Praseres, editor de O Imparcial.

Depoimento: Edvânia Kátia

Conheci o professor Paulo de Tarso na redação de O Imparcial. Atuava como editora do caderno de Cidades, enquanto Paulo de Tarso dedicava-se à revisão. Com ele, aprendi a ver cada detalhe do texto para que o resultado final para o leitor pudesse ser o melhor possível. Defensor da Língua Portuguesa. Pela sua vasta experiência como professor, tornou-se um mestre na redação, revisando, cuidadosamente, cada texto e aplicando, corretamente, as regras ortográficas. Além do excelente profissional, também pude conhecer um pouco do pai e esposo dedicados, e do amigo que em momentos oportunos sempre sabia aconselhar os colegas de redação. Tenho certeza de que a indicação de seu nome para a Academia Maranhense de Letras é mais do que justo, vez que muitas são as contribuições deste professor para a nossa literaturaEdvânia Kátia, jornalista, assessora-chefe de comunicação do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão, representante estadual do Fórum Nacional de Comunicação & Justiça, ex-diretora da Federação Nacional dos Jornalistas, ex-presidente da Associação Maranhense de Imprensa, integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e Administrativa, atuou nas redações de “O Debate” e “O Imparcial”, autora do livro “A Comunicação na Justiça” (Padion, 2009).