Categoria: Depoimentos

Depoimento: Marcial Lima

Paulo de Tarso Moraes (Pautar) é comprometido, e a Academia Maranhense de Letras (AML) deve prestar um grande serviço e reconhecimento, escolhendo Pautar como integrante desta casa. Pessoalmente, conheço Paulo de Tarso Moraes há mais de cinco anos. Promovemos uma parceria por meio do rádio que vem dando certo, todo domingo na Mirante AM. Uma consultoria voluntária da lingua portuguesa que libera o telefone da rádio, e o professor Pautar, gentilmente, responde perguntas e tira dúvidas numa grande contribuição aos ouvintes espalhados nas principais regiões do Maranhão. Reconhecimento, também, pelo que a família Nascimento Moraes fez pela nossa respeitada Academia. Paulo de Tarso é um grande pesquisador da Cultura Maranhense. Brevemente, estará lançando uma obra importante sobre o trabalho que o pai dele desenvolveu na imprensa do Maranhão, Paulo Nascimento de Moraes, ex-integrante da AML. Além do reconhecimento, Pautar representa muita credibilidade na Academia Maranhense de LetrasMarcial Lima, jornalista, radialista, repórter na TV Mirante e apresentador do programa Domingo Mirante, na rádio Mirante AM.

Depoimento: Milson Coutinho Filho

O dileto professor Pautar:

1. Tive a honra de ser aluno do ilustre professor Pautar em três ocasiões bem distintas na minha vida, cada uma numa faixa etária cuja educação e ensinamentos são de densa significância.

2. A primeira delas ocorreu ainda no que, à época, era chamado de ginásio, salvo melhor juízo na 7ª série. Ali, por perto dos 13 anos, estávamos, todos, a passar por profundas transformações: culturais, sociais, hormonais, educacionais, dentre outras diversas, estávamos cruzando a linha da infância e adentrando a tenebrosa fase da adolescência;

3. Imaginem quão não era o sofrimento dos nossos pais e professores diante daqueles inúmeros conflitos que insistiam em rodear nossas imaturas cabeças, tanto no seio familiar quanto, sobremaneira, no escolar, afinal, passávamos mais tempo nos bancos da escola do que na nossa própria casa, uma vez que os estudos não terminavam apenas naquelas horas de Colégio Batista, ainda viriam o curso de inglês, a aula particular, e tantas outras tarefas que nossos pais nos davam para tentar diminuir nosso afã de viver. Nada em vão;

4. Nesse contexto, afigurava-se essencial a presença de professores que pudessem dar-nos não só o caminho do conhecimento, sobretudo, compartilhar das experiências e dicas que a maturidade do passar dos anos nos dá, a preços altos, confesso, mas valiosas. Entre eles, posso indicar o mestre Pautar, sujeito íntegro, culto, de grande caráter, apaixonado pela arte de professorar e, maiormente, um exímio dominador da complexa gramática da nossa língua;

5. Confesso que por diversas vezes me apavorei com as perguntas que ele fazia “ao vivo” para nós, pobres mortais de conhecimento das regras gramaticais, e ele dizia, Coutinho, tal como sempre me chamou, e defenestrava perguntas capciosas que pouquíssimos sabiam responder. Algumas vezes acertei, noutras, passei longe(!);

6. E as provas do ilustre mestre? Meu coração disparava e calafrios tomavam conta deste signatário quando lá vinha a seguinte questão: “analise morfossintaticamente a frase abaixo”. Jesus, pensava eu, ferrei-me. Mas, ao mesmo tempo, vinham as horas de ensinamento do grande mestre somadas a outras tantas de estudo de regras gramaticais e íamos à luta e, então, iniciavam-se horas de cabeça baixa analisando cada palavrinha do contexto da tal frase. Até hoje, tenho pensamentos tenebrosos com os testes do professor Pautar;

7. Brincadeiras à parte, o segundo e, ainda mais importante momento que tive, foi a honra de ser aluno desse cara, com o perdão da intimidade que me permito ter, foi no 3º ano científico, ou seja, às portas de outra mudança brusca na vida de um estudante: deixar de ser adolescente para virar adulto. Acabavam ali as “irresponsabilidades” que a vida permitia dos 5 aos 17 anos, uma vez que todos partiam para uma etapa essencial da vida de um cidadão, qual seja, a escolha da profissão;

8. Novamente tive a graça de ser aluno do Pautar, reiterando as aulas de gramática que já me havia dado, somando-se, naquele momento, ensinamentos de literatura brasileira e redação, certamente dois dos terrores que assolavam os vestibulandos. Mais uma vez meu estimado professor conseguiu impor seus conhecimentos nesta cabeça que ora pensa e escreve, passei em dois vestibulares com muito boa avaliação nas provas de português, literatura e redação;

9. Por derradeiro, na terceira e última oportunidade em que tive o prazer de tê-lo como professor, ocorreu já após a conclusão do curso de Direito, já um homem, com exatos 22 anos, quando nos reencontramos no curso preparatório então ofertado pela Escola da Magistratura do Maranhão. Veja, Pautar ensinando os futuros propensos magistrados a escrever e interpretar corretamente, tamanho o reconhecimento da sabedoria que esse homem possui de uma das mais complexas e difíceis línguas do nosso planeta;

10. Por fim, hoje como advogado, vivo do que escrevo, necessito, diariamente, dos conhecimentos, ao longo do tempo, repassados pelo professor Pautar. Assim, no exercício da minha profissão, tenho a oportunidade de, diariamente, peticionar, contestar, recorrer, enfim, e vejo que muitos outros profissionais da área, lamentavelmente, não possuem conhecimentos da nossa gramática, e penso: esse não foi aluno do Pautar;

11. Confesso que não acho uma má ideia, afinal, se todos escrevessem e interpretassem como ele me ensinou, fatalmente eu teria bem mais derrotas do que vitórias na luta diária da defesa dos interesses daqueles que a mim confiam seus interesses.

Milson Coutinho Filho – ex-aluno e advogado.

Depoimento: Carlos Adalton

Falar sobre meu irmão, amigo e compadre, Paulo de Tarso Moraes, é uma missão difícil e, ao mesmo tempo, fácil. Difícil porque são tantas as virtudes que ele as possui que uma simples folha de papel não seria suficiente para descrevê-las. E, ao mesmo tempo, é fácil porque o Paulo é meu amigo de infância, adolescência e até hoje somos muito unidos. Na nossa infância, jogávamos futebol na rua, mas nosso esporte favorito era o jogo de botão, meu time era o Flamengo e o dele o Vasco sem, contudo, haver nenhuma rivalidade. Gostávamos muito de ir às festas, praias e ouvir boas músicas como as interpretadas por Fagner, Gonzaguinha, Caetano, Gal e outros compositores que contribuíram para a qualificação do seu perfil como poeta. A família do Paulo (Seu Paulo e Dona Emília) é uma extensão da minha família, mesmo não sendo irmãos consanguíneos nos consideramos irmãos espiritualmente, pois, apesar de não passarmos muito tempo juntos, temos uma afinidade muito grande, tanto que sou o padrinho do seu filho, o Paulinho. O Paulo de Tarso é uma pessoa muito inteligente e perseverante, conquistou seu espaço na sociedade com muito trabalho e capacidade. Tem a literatura em seu sangue, pois, desde sua infância, escreve poesias e sempre acompanhei esse seu dom. Outras grandes virtudes do Paulo são de ser um bom filho, um bom pai e um chefe de família exemplar. Desde o falecimento de seu pai, o Paulo assumiu as responsabilidades de sua casa com muita determinação e um caráter inabalável. Desta forma, tenho a certeza de que esta nova Casa (AML), que hora almeja fazer parte, terá orgulho de tê-lo não como mais um membro desta, mas sim como um novo filho que fará de tudo para honrar este compromisso. Hoje, como professor “PAUTAR”, dedica seu tempo para a formação de outras pessoas e sempre preocupado em oferecer o melhor de si. Dedico ao meu irmão, amigo e compadre sucesso em mais essa nova empreitada que é conquistar, na Academia Maranhense de Letras, a vaga da Cadeira nº 16, que outrora fora ocupada pelo seu PAI. Um abraço fraterno de todos da nossa família, que lhe deseja sucesso!Carlos Adalton Pires Silva.

Depoimento: Zeca Baleiro

Paulo de Tarso Moraes foi meu vizinho e um dos maiores amigos da infância. Minha casa era parede com parede com a dele, na rua das Patativas, no bairro do Monte Castelo, e foi lá que presenciei cenas incríveis e memoráveis, como o poeta José Chagas tocando “Rosa de Maio” ao saxofone nas manhãs ensolaradas de domingo, ou o compositor Lopes Bogéa cantando seus mais recentes achados musicais entre goles largos de cerveja. Por ali passavam sempre escritores, poetas, músicos e boêmios. É que Pautar tem estirpe – é filho do jornalista, poeta e folião Paulo Nascimento Moraes que, nos dias de Carnaval, fazia a alegria da molecada ao sair fantasiado de “fofão” pelas ruas do bairro. Tínhamos muitas afinidades, desde a paixão pelo futebol de botão até o gosto por música e literatura brasileiras. Foi ele quem primeiro me apresentou o poeta Bandeira Tribuzzi, por exemplo, ou os irmãos Campos e sua poesia concreta, que eu, na minha ignorância adolescente, desconhecia. Também trocávamos discos e informações sobre músicas do passado, apaixonados que éramos pela música de Noel, Wilson Batista, Caymmi e outros bambas. Foi comigo que Pautar compartilhou seus primeiros poemas, ainda verdes, assim como ele se tornou naturalmente um dos primeiros conhecedores (e entusiasta) das minhas canções ainda titubeantes. Sempre foi um apaixonado pelas letras e seu caminho natural seria mesmo esse: tornar-se professor de português e escritor. E agora, quem sabe, um honorário membro da Academia de Letras, casa que, em outros tempos, abrigou artistas da pena como Catulo da Paixão Cearense, Odylo Costa, filho e Antônio Almeida, entre outros tantos ilustresZeca Baleiro, cantor.

Depoimento: Teresa Valois

É-me impossível esquecer aquela turma com quem aprendi e desaprendi. Foi uma turma marcante porque era marcada por crianças deliciosas, buliçosas, instigantes, responsáveis e respeitadoras! (hoje, não sei como se diz isso…). Mas, tu, Paulo, tiveste a tua singularidade marcada desde tua caminhada de tua casa para a escola – no Monte Castelo – andando pelas calçadas abrasadas pelo sol do meio-dia. Caminhavam, com um cadenciado especial, tu e tua mãe, Dona Emília, um ao lado do outro, num silêncio pleno de zelo, amor e prazer. Tua trajetória na Escola “Santa Terezinha” foi marcada pelo teu tempo singular… Foste um aluno voltado para o futuro quando zelavas pelo teu modo de pensar próprio e pela forma de cordial de sempre te relacionar com colegas e professores. Hoje, professor, tu não te limitas apenas ao labor da sala de aula, como outrora ousava voar com tua palavra e tua convicção. Sempre excelente aluno, bom leitor – o que aprendeste também em casa com o hábito de teu saudoso pai – representaste, à época, uma referência para teus colegas. Para mim, és uma memória/ lembrança de um laboratório da minha sobrevivência docente. Aprendi muito contigoTeresa Valois, professora do ensino fundamental na escola Santa Teresinha.

Depoimento: Shirley Freire

Fiquei orgulhosa de saber que o professor Paulo de Tarso Moraes é um dos candidatos à cadeira 16 da Academia Maranhense de Letras (AML). Não só por ele ser um conhecedor e estudioso da Língua Portuguesa, mas por ser filho do jornalista Paulo Augusto Nascimento Moraes, que já ocupou a cadeira 16. O que prova que o talento para as letras é hereditário. Tive o privilégio de conhecer Pautar, como é chamado pelos alunos e amigos, aqui na TV Mirante, onde ele é o nosso consultor e professor de Português. Um profissional exemplar, preocupado em nos manter atualizados em tudo que diz respeito à nossa Língua. Tê-lo como candidato à AML, sem dúvida, é um incentivo a mais ao professor que busca diariamente manter vivo o interesse pela leitura e pelo aprendizado da Língua Portuguesa. Elegê-lo será um grande exemplo de valorização à educaçãoShirley Freire, editora na TV Mirante.

Depoimento: Pedro Marinho

Paulo de Tarso, carinhosamente Pautar. Pessoa simples íntegra, nativo da popularzinha (Monte Castelo), integrante de uma plêiade de homens estudiosos como o seu pai e dedicado às letras. amigo, contemporâneo de Colégio Batista como aluno e professor. Uma pessoa que trabalha pelo vernáculo e com ele vinte e quatro horas por dia. Uma vaga na academia é apenas uma consequência da pessoa que é e do trabalho que continua a desenvolver. Tenho certeza de que só irá somar para o engrandecimento da Academia Maranhense de Letras. Um fraternal abraço do seu amigo Pedro Fonseca Marinho com votos de sucessoPedro Marinho.

Depoimento: Ribamar Praseres

Tive o privilégio de trabalhar com o professor Paulo de Tarso durante vários anos no jornal O Imparcial. Ali demonstrou a preocupação não apenas com a correção gramatical das matérias a serem publicadas. Não era apenas um revisor. Ia além. Ajudava a identificar as debilidades de cada colega contribuindo para a superação. Estimulava a elevação cultural da equipe no uso da língua portuguesa, incluindo toda a sua riqueza de sentidosRibamar Praseres, editor de O Imparcial.

Depoimento: Petrônio Alves

O professor Paulo de Tarso Moraes, de quem tive a felicidade e o orgulho de receber muito conteúdo gramatical, e sobre a língua portuguesa em geral, inclusive, Literatura; é uma Enciclopédia Ambulante em forma de pessoa humana. Não somos poucos, no Maranhão, os que apreenderam suas envolventes e incansáveis lições da linguagem popular e culta, na esteira do idioma luso-pátrio! Detentor de um inigualável método didático de transmissão da cultura brasileira, em todos os campos onde a exigência do perfeito vernáculo se faz premente.  Versado, como ninguém, nos assuntos da Literatura Maranhense, o que, e se esse fosse o critério da escolha para ocupar a imortalidade literária na Academia Maranhense de Letras, o tornaria imbatível no cultural duelo aferido na plêiade da intelectualidade da Casa. Militante intrépido da Gramática, da Literatura e da Cultura Geral. O texto de sua lavra, sempre mobiliza os interessados em apreender o melhor do mundo da cultura. A postulação do professor Paulo de Tarso Moraes, à assunção da Cadeira nº 16 da Academia Maranhense de Letras, de per si, revela-se de uma incomensurável acolhida por nós outros comuns do povo! O que dizer sobre a visão dos doutos da hospitaleira Casa de Antônio Lobo acerca do justo pleito daquele cujo genitor também foi membro do Sodalício das Letras Maranhenses na mesma Cadeira 16, recentemente deixada pelo incomparável Neiva Moreira?Petrônio Alves – ex-aluno e advogado.

Depoimento: Nosly Júnior

Amigo estimado, desde os tempos de Monte Castelo, bairro onde convivemos e partilhamos momentos lindos da nossa infância e juventude. Lembro-me de seu pai, poeta, escritor e jornalista Paulo Nascimento Moraes. A sua casa sempre cheia de ilustres personalidades nos fins de semana. Paulo de Tarso, herdeiro legítimo dessa influência, já demonstrava, desde muito cedo, o apreço pelos livros e pelas letras. Detentor de um texto fino e de assimilação fácil, linguagem moderna e maestria no trato com a língua portuguesa. Vejo nele esse cuidado todo com a palavra escrita e falada. Agradeço pelos momentos bons que nos permitimos e que ficarão pra sempre registrados em minha memória, dias felizes e de muita alegria, regados à musica e à poesiaNosly Júnior, músico.

Depoimento: Edvânia Kátia

Conheci o professor Paulo de Tarso na redação de O Imparcial. Atuava como editora do caderno de Cidades, enquanto Paulo de Tarso dedicava-se à revisão. Com ele, aprendi a ver cada detalhe do texto para que o resultado final para o leitor pudesse ser o melhor possível. Defensor da Língua Portuguesa. Pela sua vasta experiência como professor, tornou-se um mestre na redação, revisando, cuidadosamente, cada texto e aplicando, corretamente, as regras ortográficas. Além do excelente profissional, também pude conhecer um pouco do pai e esposo dedicados, e do amigo que em momentos oportunos sempre sabia aconselhar os colegas de redação. Tenho certeza de que a indicação de seu nome para a Academia Maranhense de Letras é mais do que justo, vez que muitas são as contribuições deste professor para a nossa literaturaEdvânia Kátia, jornalista, assessora-chefe de comunicação do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão, representante estadual do Fórum Nacional de Comunicação & Justiça, ex-diretora da Federação Nacional dos Jornalistas, ex-presidente da Associação Maranhense de Imprensa, integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e Administrativa, atuou nas redações de “O Debate” e “O Imparcial”, autora do livro “A Comunicação na Justiça” (Padion, 2009).

Depoimento: Leonardo Sampaio

Uma das mais felizes lembranças de que tenho dos tempos de escola foi uma experiência educacional que tive com o professor e amigo Paulo de Tarso. Eram tempos de conclusão de ensino médio, todo mundo desesperado com a questão do vestibular e, como num passe de mágica, Pautar entra na sala com um radiocassete, pediu para todos os alunos baixar a cabeça na carteira, fechar os olhos e ouvir a mensagem. Uma voz forte e marcante falava coisas que tenho na lembrança até hoje. A mensagem parecia que era direcionada para cada um de nós, ali do 3º ano E do Colégio Batista, no João Paulo. De repente, aquela mensagem balançou a todos que, emocionados até então, não entendíamos a intenção do amado mestre. Foi uma experiência marcante na minha vida e de colegas que convivi e acho que aquela simples ação demonstrou o potencial pedagógico e uma visão humana que fez com que o admirasse ainda mais. Essa singela lembrança só reforça o papel de professor da Língua Portuguesa que Pautar carrega ao longo dos anos de sala de aula, seja para alunos do ensino médio como para colegas jornalistas que sempre aprendem com o professor que respira e inspira a nossa tão amada Língua Portuguesa. Quando recebi o convite dele para fazer esse testemunho, fiquei honrado, ainda mais, em saber que ele busca um lugar merecido na Academia Maranhense de Letras. Depois dos tempos de escolar, encontrei o amigo professor e já tive a oportunidade de realizar cursos de português para os colegas do Detran-MA, que ficaram assim como eu maravilhados com a pedagogia e a experiência de quem vive e ama a Língua Portuguesa – Leonardo de Oliveira Sampaio, ex-aluno, jornalista formado pela UFMA, mestre em Comunicação pela Unisinos-RS, assessor de Comunicação do Detran-MA.

Depoimento: Dalglish

Paulo de Tarso sempre contribuiu de forma positiva com a literatura maranhense. Tive a oportunidade de ser aluno desse grande educador que, com uma excelente didática e um vasto conhecimento sobre a gramática, redação e literatura, muito influenciou tanto na minha carreira profissional como de vários outros ex-colegas que apreciavam suas aulas ministradas no ano 2000 no Colégio São MarcosDalglish, ex-aluno e advogado.

Depoimento: Roberto de Paula

Professor Paulo de Tarso é um profundo pesquisador da língua portuguesa, dotado de espírito público, preocupado com as questões sociais e comprometido em levar o conhecimento aos seus alunos. Destaquem-se suas qualidades no exercício do magistério, sempre ético, didático, pontual, assíduo e criterioso, o que o torna digno de reconhecimento, não só por seus alunos, como também por todos que o conhecem. Como ex-aluno de Pautar, sinto-me gratificado por tudo o que com ele aprendi e orgulhoso de hoje fazer parte de sua lista de amigosRoberto de Paula, ex-aluno e juiz.